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O Ciclo do Ouro começou no Brasil no final do século XVII, quando o mercado consumidor europeu passou a consumir o açúcar holandês produzido nas ilhas da América Central. A crise do produto brasileiro, explorado anteriormente pela Holanda no nordeste tupiniquim, levou os bandeirantes a procurar outras fontes de renda nas riquezas naturais de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.

Não demorou a Portugal descobrir ricas jazidas de ouro, especialmente na região de Minas Gerais, o que impulsionou a "Corrida do Ouro" por todo o século XVIII. Como a exploração de minas auríferas dependem de alto investimento, a região Sudeste recebeu então grande injeção de capital, mão-de-obra, equipamentos, loteamento de terrenos e estrutura.

Com esse investimentos, muitas cidades mineiras se desenvolveram rapidamente, a exemplo de Vila Rica (que tornou-se Ouro Preto) e Mariana, hoje pertencentes ao famoso "Quadrilátero Ferrífero" brasileiro, região de grande movimentação econômica e concentração industrial.

A Fazenda Floresta de Cima, onde está situada a pedreira Petra Quartzito, fica justamente entre os municípios de Ouro Preto e Mariana, no terreno geologicamente mais rico do Estado de Minas Gerais. A extração segue com rigor os padrões ecológicos, respeitando o espaço de mata atlântica e vegetação nativa preservada da bela paisagem brasileira.

A região é conhecida por sua intensa atividade mineradora, desde os tempos do Brasil Colônia. Nas décadas do Ciclo do Ouro, Ouro Preto foi a capital do Estado, concentrando a riqueza da região.

Hoje, a grande riqueza local, além do turismo, é a exploração dos minérios de ferro e da pedra Quartzito Ouro Preto, usada em revestimentos e decoração.